O candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, participou nesta sexta-feira (9) de um ato de campanha ao lado do deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ), candidato ao governo do Rio de Janeiro. Durante o evento, realizado na Ilha Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital, Flávio afirmou que os dois estão alinhados para “declarar guerra” ao crime organizado.
Em conversa com jornalistas durante um intervalo da agenda, o senador citou grupos como Comando Vermelho, Primeiro Comando da Capital (PCC) e milícias. O encontro reuniu apoiadores e políticos em um espaço de eventos localizado no bairro.
“Aos narcoterroristas de Comando Vermelho, PCC e milícias que estão aqui no Rio, estão em São Paulo, estão em todo o Brasil”, declarou Flávio Bolsonaro.
Durante o ato, o candidato também classificou como “boatos” as informações de que pretende privatizar a Petrobras. Ele agradeceu o apoio anunciado na véspera pelo candidato derrotado à Presidência Augusto Cury (Avante) e disse que está conversando com outros partidos.
Flávio afirmou ainda que pretende manter os programas sociais e negou que vá acabar com o Bolsa Família. “Há várias mentiras circulando. Uma delas é que eu acabaria com o Bolsa Família. Isso é mentira”, disse.
A declaração ocorre após críticas relacionadas à proposta do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, enviada ao Congresso em 2022 durante o governo de Jair Bolsonaro. O texto previa redução de 59% nos recursos do Farmácia Popular, de R$ 2,04 bilhões para cerca de R$ 804 milhões.
A coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, tem afirmado que a equipe pretende reduzir o número de ministérios e cortar gastos públicos. Em outubro, reportagem da Folha de S.Paulo informou que o grupo estudava medidas com potencial de economia de até R$ 250 bilhões, incluindo mudanças na correção de aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de alterações nos pisos constitucionais de saúde e educação. A campanha nega que essas medidas sejam posições oficiais do candidato.
Douglas Ruas é filho de Capitão Nelson (PL), prefeito de São Gonçalo. O prefeito foi citado, em 2008, no relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro como um dos líderes de uma milícia na região. Ele nega as acusações.
Flávio Bolsonaro também é citado em episódios relacionados ao miliciano Adriano da Nóbrega. Em 2003, quando era deputado estadual, apresentou uma moção de louvor a Adriano, que recebeu a Medalha Tiradentes em 2005 por iniciativa do então parlamentar. A mãe e a esposa do miliciano chegaram a trabalhar no gabinete de Flávio. O senador também é acusado de ter destinado uma emenda de quase R$ 200 mil a um projeto esportivo a pedido de Robson Calixto, conhecido como Peixe, condenado por envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.
O candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (9) que pretende manter os programas Bolsa Família e Farmácia Popular. A declaração foi feita durante um evento de campanha na Ilha Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
Em conversa com jornalistas, Flávio disse ser alvo de campanhas de notícias falsas e negou que planeje acabar com o Bolsa Família. Segundo o candidato, o programa será direcionado às pessoas que mais precisam e deverá ser acompanhado de ações de capacitação e qualificação profissional.
Flávio Bolsonaro afirmou que pretende transformar o Bolsa Família em um programa de mobilidade social. A proposta, conforme declarou, estaria associada a medidas voltadas à inserção dos beneficiários no mercado de trabalho.
Sobre o Farmácia Popular, o senador disse que pretende melhorar o programa. Entre as medidas mencionadas estão a entrega de medicamentos em casa e o envio de avisos pelo celular sobre os horários de uso dos remédios.
Durante o evento, o candidato também afirmou que pretende incentivar o empreendedorismo entre as mulheres, reduzir impostos e oferecer financiamento com juros mais baixos. Ele declarou que a economia de um eventual governo seria baseada no aumento da produtividade.
Na área de segurança pública, Flávio Bolsonaro afirmou estar alinhado com o deputado estadual Douglas Ruas (PL-RJ), a quem o texto identifica como vencedor da eleição para governador no estado. Os dois defenderam uma atuação mais dura contra o crime organizado e disseram que pretendem “declarar guerra” a facções como Comando Vermelho, Primeiro Comando da Capital (PCC) e milícias.
O candidato também classificou como “boataria do PT” a informação de que privatizaria a Petrobras. Ele criticou a política do governo de subsídios ao preço do diesel, que, segundo afirmou, estaria em alta por causa da guerra no Irã e poderia subir depois das eleições.
Nesta sexta-feira, o governo prorrogou por mais 30 dias os incentivos relacionados ao preço do diesel. Flávio ainda agradeceu o apoio declarado na véspera por Augusto Cury (Avante), derrotado na disputa presidencial, e afirmou que mantém conversas com outros partidos.
Os candidatos que disputam o segundo turno das eleições para a Presidência da República cumprem agenda em Brasília nesta quarta-feira (7). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) participam de reuniões com parlamentares, partidos e candidatos eleitos.
Lula tem reunião com jovens parlamentares eleitos para planejar a campanha eleitoral do segundo turno. O compromisso ocorre em Brasília, mas a agenda divulgada não informa o horário do encontro.
Flávio Bolsonaro participa, pela manhã, de uma reunião com integrantes da Federação União Progressista. Às 11h, o candidato se reúne com integrantes do partido Novo.
Às 15h, Flávio encontra candidatos do PL que foram eleitos. Todos os compromissos do candidato estão previstos para ocorrer em Brasília.
A apresentação da agenda dos candidatos à Presidência segue alternância diária, segundo a Agência Brasil. ([agenciabrasil.ebc.com.br](https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/confira-agenda-dos-presidenciaveis-nesta-quarta-feira-7))
As eleições de 2026 definiram os 54 senadores que ocuparão as vagas em disputa no Senado Federal a partir de 2027. O PL foi o partido que mais elegeu representantes, com 19 cadeiras. MDB e PT aparecem na sequência, com sete e seis eleitos, respectivamente.
Também elegeram senadores o PP, o PSB, o União Brasil e o Novo, com três vagas cada. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos conquistaram duas cadeiras cada, enquanto Rede e PDT elegeram um representante.
Com os resultados e a manutenção dos 27 senadores eleitos em 2022, o PL passará a ter a maior bancada da Casa, com 28 integrantes. O PT ficará com nove senadores em exercício, e o MDB, com oito. PP e Republicanos terão seis cadeiras cada. PSD e União Brasil contarão com cinco integrantes, enquanto o PSB terá quatro.
O PL conquistou as duas vagas em disputa no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. O partido também elegeu representantes no Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.
O MDB venceu no Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. Já o PT conquistou as duas cadeiras da Bahia e elegeu um senador em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Neste ano, cada estado e o Distrito Federal escolheram dois senadores para mandatos de oito anos. A renovação corresponde a dois terços dos 81 integrantes do Senado. Dos 32 senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, enquanto 18 não foram reconduzidos. Dessa forma, 40 das 54 cadeiras em disputa serão ocupadas por novos parlamentares a partir de 2027.
Entre os senadores reeleitos estão Marcio Bittar (PL-AC), Lucas Barreto (PSD-AP), Eduardo Braga (MDB-AM), Plínio Valério (PSDB-AM), Jaques Wagner (PT-BA), Cid Gomes (PSB-CE), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Humberto Costa (PT-PE), Marcelo Castro (MDB-PI), Carlos Portinho (PL-RJ), Styvenson Valentim (Podemos-RN), Alessandro Vieira (MDB-SE), Rogério Carvalho (PT-SE) e Eduardo Gomes (PL-TO).
Entre os nomes que não conseguiram a reeleição estão Sérgio Petecão (PSD-AC), Renan Calheiros (MDB-AL), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Angelo Coronel (Republicanos-BA), Leila Barros (PDT-DF), Fabiano Contarato (PT-ES), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), Ciro Nogueira (PP-PI), Zenaide Maia (PSD-RN), Esperidião Amin (PP-SC) e Carlos Fávaro (PSD-MT), entre outros.
A eleição para o Senado é majoritária: são escolhidos os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação, sem aplicação de quociente eleitoral e sem segundo turno. A Casa representa os estados e o Distrito Federal no Poder Legislativo federal, e cada unidade possui três senadores, independentemente da população.
Entre os mandatos que permanecem está o de Wellington Dias, eleito em 2022 pelo PT no Piauí e atualmente licenciado para comandar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A vaga é ocupada pela suplente Jussara Lima (PSD). Se Wellington Dias retornar ao Senado, o PT passará a somar dez cadeiras.
As eleições de 2026 definiram, no primeiro turno, os governadores de 20 estados, o maior número registrado desde o início da série histórica, em 1990. O resultado supera a marca anterior, de 18 estados, alcançada em 2010, e alterou a distribuição partidária dos governos estaduais.
O PL foi o partido que mais elegeu governadores, com cinco vitórias. Sergio Moro venceu no Paraná; Jorginho Mello, em Santa Catarina; Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul; Marcos Rogério, em Rondônia; e Arthur Henrique, em Roraima.
O PSD ficou em segundo lugar, com quatro governadores eleitos. O partido conquistou os governos do Amapá, com Dr. Furlan; do Maranhão, com Eduardo Braide; de Pernambuco, com Raquel Lyra; e de Sergipe, com Fábio Mitidieri.
PT e Republicanos elegeram três governadores cada. Pelo PT, Jerônimo Rodrigues venceu na Bahia, Elmano de Freitas foi eleito no Ceará e Rafael Fonteles conquistou o governo do Piauí.
O Republicanos venceu em São Paulo, com Tarcísio de Freitas; em Minas Gerais, com Cleitinho Azevedo; e em Mato Grosso, com Otaviano Pivetta. Com os resultados, PL, PSD, PT e Republicanos somam 15 dos 20 governadores definidos no primeiro turno.
O PP elegeu dois governadores: Lucas Ribeiro, na Paraíba, e Eduardo Riedel, em Mato Grosso do Sul. Também foram eleitos Daniel Vilela, do MDB, em Goiás; Dr. Daniel, do Podemos, no Pará; e JHC, do PSDB, em Alagoas.
Por região, oito dos estados que definiram seus governadores estão no Nordeste, quatro no Norte, três no Centro-Oeste, três no Sul e dois no Sudeste.
O segundo turno será realizado em 25 de outubro no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. Nesses locais, a disputa pelo governo estadual permanece aberta.
Os governadores administram os estados e executam políticas públicas em áreas como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico. As decisões dos governos estaduais afetam serviços como hospitais e escolas estaduais, policiamento, sistema prisional, transporte e programas sociais. Eles também negociam com a União e os municípios a execução de obras e programas financiados com recursos públicos.
As eleições de 2026 definiram os 54 senadores que ocuparão as vagas em disputa no Senado Federal a partir de 2027. O PL foi o partido que mais elegeu representantes, com 19 cadeiras, e passará a ter a maior bancada da Casa, com 28 integrantes.
O MDB elegeu sete senadores, enquanto o PT conquistou seis vagas. PP, PSB, União Brasil e Novo tiveram três eleitos cada. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos elegeram dois representantes por partido. Rede e PDT conquistaram uma cadeira cada.
O PL venceu as duas disputas ao Senado no Distrito Federal, em Mato Grosso do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia e em Santa Catarina. O partido também elegeu senadores no Acre, em Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.
O MDB elegeu representantes no Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins. Já o PT conquistou as duas vagas em disputa na Bahia e elegeu um senador em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Na eleição deste ano, os eleitores escolheram dois terços dos integrantes do Senado. Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois representantes para mandatos de oito anos. Os outros 27 senadores, escolhidos em 2022, permanecem no cargo até 2031.
A eleição para o Senado é majoritária. São eleitos os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação, sem aplicação de quociente eleitoral e sem segundo turno.
Com a posse dos eleitos, o PT terá nove senadores em exercício e o MDB ficará com oito parlamentares. PP e Republicanos terão seis cadeiras cada. PSD e União Brasil contarão com cinco integrantes, enquanto o PSB terá quatro.
Entre os mandatos que continuarão em curso está o de Wellington Dias, eleito em 2022 pelo PT no Piauí. Ele está licenciado para comandar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Atualmente, a vaga é ocupada pela suplente Jussara Lima, do PSD. Caso Wellington Dias retorne ao Senado, o PT passará a somar dez cadeiras.
Ao lado da Câmara dos Deputados, o Senado integra o Poder Legislativo federal e representa os estados e o Distrito Federal. Cada unidade da Federação possui três senadores, independentemente do número de habitantes. Entre as atribuições da Casa estão elaborar leis, fiscalizar o Executivo, aprovar autoridades indicadas para determinados cargos públicos e analisar matérias de interesse da Federação.
A campanha de Vitor Ribeiro (PL) tem ampliado sua presença nas ruas de Campina Grande durante os últimos dias da disputa eleitoral para a Assembleia Legislativa da Paraíba.
Com uma agenda intensa de atividades, o candidato tem realizado caminhadas e encontros com moradores de diferentes regiões da cidade, buscando apresentar suas ideias e ouvir as demandas da população.
A movimentação conta com o apoio de lideranças políticas que passaram a integrar a caminhada do candidato. Entre os nomes que declararam apoio está o vereador Saulo Noronha, além de alianças construídas ao lado de Bruno Cunha Lima e Efraim Filho.
Vitor Ribeiro, que já ocupou o cargo de superintendente da STTP de Campina Grande, destaca sua experiência na gestão pública e afirma que pretende levar para a Assembleia Legislativa uma atuação baseada no diálogo e na busca por resultados.
Com a eleição se aproximando, a campanha aposta na mobilização popular e na força dos apoios conquistados para consolidar seu projeto político.