Ferroviária e São Paulo iniciam neste domingo (11) a disputa pelo título do Paulista F Sub-15 Petrobras. O jogo de ida da final será realizado às 11h, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara, no interior de São Paulo, com transmissão ao vivo pela TV Brasil.
A partida marca o início da parceria entre a TV Brasil e a Federação Paulista de Futebol (FPF) para a exibição de 41 jogos de competições femininas organizadas pela entidade entre 2026 e 2027. O confronto de volta está marcado para o sábado seguinte, dia 17, às 10h, no Estádio Gabriel Marques da Silva, em Santana de Parnaíba. A emissora pública também transmitirá a segunda partida.
A decisão deste ano reedita a final de 2025, vencida pelo São Paulo nos pênaltis, por 3 a 2, depois de um empate sem gols no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André. O clube da capital também se tornou o primeiro a conquistar duas vezes o Estadual sub-15, competição disputada desde 2022.
A Ferroviária foi a primeira campeã da categoria. Em 2023, o Corinthians ficou com o título ao superar a equipe de Araraquara na decisão.
O Paulista F Sub-15 Petrobras de 2026 reuniu 15 equipes, divididas em dois grupos. Um deles teve oito times, incluindo a Ferroviária, enquanto o outro contou com sete, entre eles o São Paulo. Os quatro melhores de cada chave avançaram às quartas de final.
Na classificação geral da primeira fase, a Ferroviária somou 28 pontos, contra 26 do São Paulo, que disputou uma partida a menos. O time tricolor, no entanto, terminou com o melhor aproveitamento, de 86,6%, diante de 84,8% da equipe do interior, e garantiu o direito de jogar a partida decisiva em casa.
O São Paulo chega à final invicto, com oito vitórias e dois empates. A Ferroviária tem o melhor ataque da competição, com 27 gols em 11 partidas, média de 2,45 por jogo. O São Paulo marcou 23 vezes em dez compromissos, média de 2,30.
Entre as principais goleadoras estão Cecília, do São Paulo, e De Paula, da Ferroviária. Cecília marcou oito gols e é a vice-artilheira do campeonato, dois atrás de Giulya, do Centro Olímpico. Nas semifinais contra o Corinthians, fez um gol na vitória por 2 a 0 no jogo de ida e dois no empate por 2 a 2 na volta. De Paula soma sete gols e marcou na vitória da Ferroviária por 3 a 0 sobre o Centro Olímpico, no segundo jogo da semifinal. A primeira partida terminou empatada por 1 a 1.
A programação da TV Brasil para 2026 inclui outras 17 partidas do futebol feminino de base paulista, entre elas as semifinais e a final do Paulista F Sub-20 Petrobras, a decisão do Paulista F Sub-17 Petrobras e a quarta edição da Copinha F Petrobras, prevista para ocorrer de 24 de novembro a 12 de dezembro. Em 2027, estão programadas mais 22 transmissões, abrangendo também os estaduais sub-15, sub-17 e sub-20, o Paulista F Sub-13 Petrobras, a Taça Paulistana Petrobras e a Copa Paulista F Petrobras.
Mais de 161 mil pessoas de 183 países se inscreveram para trabalhar como voluntárias na Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. O número representa mais que o dobro do registrado na edição anterior do torneio, disputada em 2023 na Austrália e em Aotearoa, Nova Zelândia.
Na competição de 2023, cerca de 68 mil inscrições foram recebidas para apoiar as operações nas nove cidades-sede. Para a próxima Copa do Mundo Feminina, aproximadamente 6 mil voluntários serão selecionados para atuar nas operações do torneio em oito cidades-sede brasileiras.
Os brasileiros representam 83% dos candidatos. Entre os inscritos de outros países, os maiores números vêm da Colômbia, do México, do Marrocos, da Nigéria e dos Estados Unidos. São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentraram a maior quantidade de inscrições.
As mulheres são maioria entre os candidatos, com 58% do total. Os homens correspondem a 39%, enquanto 3% das pessoas inscritas se identificam como não binárias ou com outro gênero.
Nos próximos dois meses, os candidatos aprovados na triagem inicial serão chamados para entrevistas. Depois dessa etapa, os selecionados receberão funções de apoio em mais de 20 áreas relacionadas à organização da competição.
Entre as atividades previstas estão trabalhos ligados à imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e cerimônias. Ao longo da Copa do Mundo Feminina, serão disponibilizadas mais de 30 funções de voluntariado em locais diretamente envolvidos com os jogos e também em espaços de apoio.
As oportunidades estarão distribuídas entre estádios, aeroportos, centros de treinamento e hotéis, além de outros locais utilizados durante a realização do evento. Os voluntários participarão de tarefas relacionadas ao funcionamento das operações e ao atendimento das pessoas envolvidas na competição.
Para Patrícia Hespanha, diretora administrativa da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, o volume de inscrições demonstra o interesse pelo torneio. Segundo ela, os voluntários têm papel importante na organização de grandes eventos esportivos e contribuem para a experiência de atletas, torcedores e demais participantes.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será realizada no Brasil, com operações organizadas em oito cidades-sede. O programa de voluntariado prevê a participação de pessoas de diferentes países e perfis nas atividades que antecedem e acompanham a competição.
Mais de 161 mil pessoas de 183 países se inscreveram no Programa de Voluntários da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. O número representa mais que o dobro das inscrições registradas na edição anterior do torneio, disputada em 2023 na Austrália e em Aotearoa, Nova Zelândia.
Na competição de 2023, cerca de 68 mil pessoas se candidataram para auxiliar nas operações em nove cidades-sede. Para a próxima edição, 83% dos candidatos são brasileiros. Entre os países estrangeiros com maior número de inscrições estão Colômbia, México, Marrocos, Nigéria e Estados Unidos.
As mulheres representam 58% do total de candidatos. Os homens correspondem a 39%, enquanto 3% dos inscritos se identificam como não binários ou com outro gênero.
Patrícia Hespanha, diretora administrativa da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, afirmou que a adesão demonstra o interesse pelo torneio. Segundo ela, os voluntários terão papel importante na organização e na recepção do público durante o evento.
“Os voluntários desempenham um papel fundamental na organização dos grandes eventos esportivos, ajudando a criar uma experiência acolhedora, positiva e inesquecível para todos os envolvidos”, disse Patrícia. Ela também afirmou que o trabalho contribuirá para um legado duradouro para o futebol feminino no Brasil, na América do Sul e em outras regiões.
São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília concentraram o maior número de inscrições. Ao todo, aproximadamente 6 mil voluntários serão escolhidos para atuar nas operações da Copa do Mundo Feminina em oito cidades-sede.
Os candidatos aprovados na triagem inicial deverão ser chamados para entrevistas nos próximos dois meses. As pessoas selecionadas poderão atuar em mais de 20 áreas de apoio, entre elas imprensa, tecnologia, transporte, gestão da competição e cerimônias.
Durante o torneio, serão disponibilizadas mais de 30 funções de voluntariado em estádios, aeroportos, centros de treinamento, hotéis e outros espaços relacionados à competição, inclusive locais que não receberão partidas.
Campeã do Brasileirão Feminino pelo São Paulo no sábado (3), a zagueira Carol Gil foi convocada para defender a seleção brasileira nos amistosos contra a Argentina. A jogadora substituirá Thais Ferreira, do Corinthians, que foi cortada da equipe por causa de um desconforto no joelho esquerdo.
A convocação de Carol Gil foi anunciada pelo técnico Arthur Elias nesta segunda-feira (5). Os dois jogos contra a Argentina estão marcados para os dias 10 e 13 de outubro, em Porto Alegre e Recife, respectivamente.
A primeira partida será disputada no sábado (10), às 16h30, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O segundo confronto ocorrerá na terça-feira (13), às 20h30, na Arena Pernambuco, em Recife.
Boa parte das 28 jogadoras convocadas começou a se apresentar no domingo (4), em Porto Alegre, cidade que receberá o primeiro amistoso. Já estão na concentração Kaylane, Raíssa Bahia, Bia Zaneratto, Tainá Magalhães, Yanne, Marília, Duda Sampaio, Jhonson, Jaque, Tayla e Carlinha.
As demais atletas devem se juntar ao grupo até esta terça-feira (6). A seleção realiza as primeiras atividades nesta segunda e na terça-feira. A partir de quarta (7), os treinamentos serão comandados por Arthur Elias no Sesc Protássio Alves, na capital gaúcha.
As atividades no Sesc Protássio Alves terão a presença da imprensa nos 15 minutos iniciais. O último treino antes do primeiro amistoso está previsto para sexta-feira (9), no Estádio Beira-Rio.
Carol Gil chega à seleção após conquistar o Campeonato Brasileiro Feminino com o São Paulo. A equipe paulista venceu o Corinthians no sábado (3) e garantiu o título nacional pela primeira vez.
O programa Caminhos da Reportagem exibe nesta segunda-feira (5), às 23h, na TV Brasil, a edição “Elas em campo: futebol, paixão e resiliência”, dedicada à trajetória, aos avanços e aos desafios do futebol feminino no Brasil.
A reportagem será exibida menos de um ano antes da primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul. Em junho de 2027, oito cidades brasileiras receberão partidas da competição, que reunirá 32 seleções. Para o programa, a realização do torneio amplia o debate sobre o desenvolvimento da modalidade no país.
A produção mostra as mudanças ocorridas desde a época em que as primeiras jogadoras da seleção brasileira não tinham salários e recebiam apenas ajuda de custo, inclusive nos clubes. Atualmente, o futebol feminino conta com competições nacionais e internacionais, categorias de base e uma cadeia profissional formada por mulheres que atuam dentro e fora dos campos.
Apesar da evolução, a reportagem também aborda a permanência do machismo e do preconceito. Competições femininas de várzea e espaços exclusivos para a formação e o treinamento de meninas ainda são considerados raros e, em muitos casos, dependem de iniciativas pontuais.
O programa relembra ainda que as mulheres foram proibidas por lei de praticar futebol no Brasil entre os anos 1940 e meados da década de 1980. A justificativa usada à época era de que a atividade poderia prejudicar a saúde física feminina. Mesmo após o fim da proibição, atletas continuaram enfrentando resistências dentro das famílias e da sociedade.
Entre as entrevistadas está Márcia Honório, integrante da primeira equipe brasileira a disputar uma Copa do Mundo. Ela relata a emoção de receber a convocação e ouvir o Hino Nacional fora do país. A ex-jogadora também destaca que aquela geração queria mostrar a necessidade de apoio ao futebol feminino.
A reportagem conversa com especialistas, atletas e ex-atletas, gestoras, jogadoras de várzea, empreendedoras, meninas e outras mulheres ligadas à modalidade. A ex-jogadora Formiga, recordista em tempo de atuação e em participações pela seleção brasileira em Copas do Mundo, fala sobre a importância de perceber que outras meninas também enfrentavam dificuldades para jogar futebol.
A jornalista Milly Lacombe aborda a participação coletiva na luta por direitos e pelo fortalecimento do futebol feminino. Já a treinadora de equipes de várzea Lu Leal afirma esperar que as novas gerações tenham oportunidades para alcançar seus objetivos no esporte.
O tema será retomado no próximo mês em outro programa, que tratará das condições e do cenário do futebol feminino como profissão e possibilidade de carreira para jovens mulheres.
O São Paulo conquistou neste sábado (3) o primeiro título do Campeonato Brasileiro Feminino A1 de sua história. O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Corinthians, no Morumbis, e confirmou a vantagem construída na partida de ida da final, quando venceu por 2 a 1. A decisão foi acompanhada por 49.405 pessoas, recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul.
O resultado encerrou o domínio do Corinthians, campeão das seis edições anteriores, vencedor de sete das últimas oito temporadas e finalista pela décima vez consecutiva da competição. A conquista também manteve a sequência de títulos paulistas no Brasileiro Feminino: há dez edições, uma equipe do estado levanta a taça.
O São Paulo abriu o placar aos 10 minutos do primeiro tempo. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, em vez de cruzar, finalizou mesmo sem muito ângulo. A bola surpreendeu a goleira Nicole e colocou as Soberanas em vantagem. Com o gol, o Tricolor passou a ter dois gols de frente no placar agregado.
O Corinthians empatou aos 18 minutos, após um erro na saída de bola são-paulina. A goleira Carlinha tentou afastar um lançamento longo, mas acertou o pé de Juliete. O desvio foi suficiente para a bola entrar. Aos 23, o São Paulo voltou a marcar, com Crivelari, mas o gol de cabeça foi anulado por impedimento.
Na segunda etapa, o Corinthians adiantou as linhas e aumentou a pressão sobre a saída do adversário. Jaqueline exigiu defesa de Carlinha em chute de fora da área. Pouco depois, Jhonson recebeu dentro da área, entre as defensoras tricolores, mas finalizou para fora.
Aos 20 minutos, o Corinthians teve a oportunidade de empatar o placar agregado e levar a decisão para os pênaltis. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área. O árbitro foi alertado pelo VAR e marcou pênalti. Gabi Zanotti bateu no canto esquerdo, mas Carlinha defendeu sem dar rebote.
Nos minutos finais, as equipes buscaram o gol da vitória, mas não conseguiram criar oportunidades claras. O jogo terminou após mais de nove minutos de acréscimo, e a torcida são-paulina comemorou o título inédito no Morumbis.
O público divulgado na decisão superou o recorde anterior em uma partida entre clubes na América do Sul, registrado na final de 2024, quando mais de 44 mil torcedores acompanharam na Neo Química Arena o título do Corinthians diante do próprio São Paulo. A partida deste sábado foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.
Com a conquista são-paulina, o Corinthians teve interrompida a sequência de seis títulos. O Timão soma sete troféus na história do torneio, enquanto Santos e Ferroviária têm uma conquista cada, marca agora igualada pelo São Paulo.
O São Paulo conquistou neste sábado (3) o Campeonato Brasileiro Feminino A1 pela primeira vez. O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Corinthians, no Morumbis, e confirmou o título graças à vitória por 2 a 1 no jogo de ida da final. A decisão foi acompanhada por 49.405 pessoas, recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul.
O resultado encerrou a sequência de domínio do Corinthians, campeão das seis edições anteriores, vencedor de sete das últimas oito e finalista pela décima vez consecutiva da competição. A conquista também manteve a taça do Brasileiro Feminino com um clube paulista pelo décimo campeonato seguido.
O São Paulo abriu o placar aos 10 minutos do primeiro tempo. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, em vez de cruzar, finalizou mesmo sem muito ângulo. A bola surpreendeu a goleira Nicole e colocou as Soberanas em vantagem.
Aos 18 minutos, o Corinthians chegou ao empate após um erro na saída de bola. A goleira Carlinha tentou afastar um lançamento longo, mas entregou a bola nos pés de Juliete. O desvio foi suficiente para deixar o placar em 1 a 1.
O São Paulo chegou a marcar novamente aos 23 minutos, com Crivelari, de cabeça, mas o gol foi anulado por impedimento. Com o empate, o Corinthians precisava da virada para igualar o resultado agregado e levar a decisão para os pênaltis.
Na segunda etapa, o time alvinegro adiantou as linhas e aumentou a pressão sobre a saída são-paulina. Jaqueline exigiu defesa de Carlinha em finalização de fora da área. Pouco depois, Jhonson recebeu dentro da área, entre as defensoras tricolores, mas chutou para fora.
Aos 20 minutos, o Corinthians teve a principal oportunidade da partida. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área, e o VAR recomendou a revisão do lance. O árbitro marcou pênalti para o Timão.
Gabi Zanotti foi para a cobrança, mas bateu fraco no canto esquerdo. Carlinha defendeu sem dar rebote e evitou que o Corinthians igualasse o placar agregado. Depois do pênalti perdido, as duas equipes ainda buscaram o gol, mas não criaram oportunidades suficientes para alterar o resultado.
Com mais de nove minutos de acréscimo, o empate foi confirmado, e a torcida tricolor celebrou o título inédito no Morumbis. O público superou a marca registrada na final de 2024, quando mais de 44 mil pessoas acompanharam, na Neo Química Arena, o título do Corinthians justamente contra o São Paulo.
Com a conquista, o São Paulo se juntou a Corinthians, Santos e Ferroviária na lista de clubes paulistas campeões do Brasileiro Feminino. O Timão soma sete títulos, enquanto Santos, Ferroviária e São Paulo têm uma conquista cada.
São Paulo e Corinthians decidem neste sábado (3) o Campeonato Brasileiro Feminino da Série A1. O segundo jogo da final será disputado a partir das 16h30 (horário de Brasília), no Morumbis, na capital paulista, com transmissão ao vivo pela TV Brasil.
O São Paulo tem a vantagem após vencer a partida de ida por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, no último sábado (26). Com o resultado, o empate no confronto de volta garante o título ao Tricolor. A conquista será inédita no atual modelo do Brasileirão Feminino, realizado desde 2013.
O clube paulista, porém, já venceu a primeira edição do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em 1997. Naquele período, a competição foi disputada entre 1997 e 2001. O elenco campeão tinha nomes como a zagueira Ju Cabral, a volante Formiga, a meia Sissi e a atacante Kátia Cilene. A atual treinadora do Corinthians, Emily Lima, também fazia parte daquela geração, ainda como jogadora.
Para conquistar o título no tempo normal, o Corinthians precisa vencer por dois ou mais gols de diferença. Caso ganhe por apenas um gol e iguale o placar agregado, a decisão será nos pênaltis. O time alvinegro alcançou uma diferença de pelo menos dois gols em 13 das 22 vitórias obtidas na temporada, sendo quatro delas fora de casa.
Esta é a décima final consecutiva do Corinthians no Brasileirão Feminino e a primeira em que a equipe disputa o jogo de volta como visitante. O clube busca o oitavo título da competição, que seria o sétimo seguido. A última vez em que precisou reverter uma derrota na partida de ida foi em 2017, contra o Santos, mas acabou derrotado novamente no segundo confronto.
O clássico entre São Paulo e Corinthians, conhecido como Majestoso, decide um título pela quarta vez no futebol feminino desde a retomada dos projetos dos clubes. O Corinthians venceu as finais do Campeonato Paulista de 2019 e 2021 e a decisão do Brasileirão de 2024.
O jogo também pode estabelecer um novo recorde de público do futebol feminino entre clubes no Brasil. A marca atual pertence à final de 2024, quando 44.529 torcedores acompanharam Corinthians e São Paulo na Neo Química Arena. Até o início da tarde de sexta-feira (2), o São Paulo informou que mais de 38 mil ingressos haviam sido vendidos. A partida de ida teve 21.828 presentes.
As duas equipes devem manter a base utilizada no primeiro jogo. O São Paulo tem força máxima à disposição. No Corinthians, a zagueira Thaís Regina retorna após cumprir suspensão. A comissão técnica alvinegra também conta com a treinadora Emily Lima para tentar conduzir a equipe à virada na casa do rival.
A TV Brasil fechou acordo com a Federação Paulista de Futebol (FPF) para transmitir 41 partidas de futebol feminino organizadas pela entidade em 2026 e 2027. Do total, 19 jogos serão exibidos neste ano e 22 no próximo, ampliando a presença da modalidade na programação da emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
A primeira transmissão está prevista para sábado (10), com a final do Paulista F Sub-15 Petrobras. A parceria inclui competições de diferentes categorias, da formação de atletas ao futebol profissional, e estabelece uma cobertura contínua do futebol feminino na TV Brasil.
Em 2026, estão previstas transmissões da Copinha F Petrobras, do Paulista F Sub-20 Petrobras, do Paulista F Sub-17 Petrobras e do Paulista F Sub-15 Petrobras. A Copinha F Petrobras será disputada entre 24 de novembro e 12 de dezembro, com a participação de 20 equipes de todas as regiões do país.
Para 2027, além desses torneios, o acordo prevê partidas do Paulista F Sub-13 Petrobras, da Taça Paulistana Petrobras e da Copa Paulista F Petrobras. A Copinha F Petrobras terá 11 jogos transmitidos por temporada, segundo a parceria.
Em declaração divulgada pela EBC, a diretora-presidente da empresa, Antonia Pellegrino, afirmou que o acordo ocorre em um período de preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. Segundo ela, a comunicação pública contribui para aproximar o público das atletas, dos clubes e das competições de base.
O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, também destacou o alcance da parceria. De acordo com ele, a transmissão em uma televisão pública amplia a visibilidade de jovens atletas de diferentes regiões e ajuda o público a conhecer as histórias ligadas ao futebol feminino.
A TV Brasil transmite competições nacionais da modalidade há três anos consecutivos, incluindo o Brasileirão Feminino. Desde 2024, a emissora informa ter o maior pacote de transmissões de futebol feminino na televisão aberta. Em 2025, a audiência das partidas cresceu 25%.
As transmissões da Copinha F Petrobras também poderão alcançar emissoras integrantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), distribuídas em diferentes regiões do país. A programação da TV Brasil está disponível em canal aberto, TV por assinatura, parabólica, WebTV e no aplicativo TV Brasil Play.