O São Paulo conquistou neste sábado (3) o primeiro título do Campeonato Brasileiro Feminino A1 de sua história. O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Corinthians, no Morumbis, e confirmou a vantagem construída na partida de ida da final, quando venceu por 2 a 1. A decisão foi acompanhada por 49.405 pessoas, recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul.
O resultado encerrou o domínio do Corinthians, campeão das seis edições anteriores, vencedor de sete das últimas oito temporadas e finalista pela décima vez consecutiva da competição. A conquista também manteve a sequência de títulos paulistas no Brasileiro Feminino: há dez edições, uma equipe do estado levanta a taça.
O São Paulo abriu o placar aos 10 minutos do primeiro tempo. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, em vez de cruzar, finalizou mesmo sem muito ângulo. A bola surpreendeu a goleira Nicole e colocou as Soberanas em vantagem. Com o gol, o Tricolor passou a ter dois gols de frente no placar agregado.
O Corinthians empatou aos 18 minutos, após um erro na saída de bola são-paulina. A goleira Carlinha tentou afastar um lançamento longo, mas acertou o pé de Juliete. O desvio foi suficiente para a bola entrar. Aos 23, o São Paulo voltou a marcar, com Crivelari, mas o gol de cabeça foi anulado por impedimento.
Na segunda etapa, o Corinthians adiantou as linhas e aumentou a pressão sobre a saída do adversário. Jaqueline exigiu defesa de Carlinha em chute de fora da área. Pouco depois, Jhonson recebeu dentro da área, entre as defensoras tricolores, mas finalizou para fora.
Aos 20 minutos, o Corinthians teve a oportunidade de empatar o placar agregado e levar a decisão para os pênaltis. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área. O árbitro foi alertado pelo VAR e marcou pênalti. Gabi Zanotti bateu no canto esquerdo, mas Carlinha defendeu sem dar rebote.
Nos minutos finais, as equipes buscaram o gol da vitória, mas não conseguiram criar oportunidades claras. O jogo terminou após mais de nove minutos de acréscimo, e a torcida são-paulina comemorou o título inédito no Morumbis.
O público divulgado na decisão superou o recorde anterior em uma partida entre clubes na América do Sul, registrado na final de 2024, quando mais de 44 mil torcedores acompanharam na Neo Química Arena o título do Corinthians diante do próprio São Paulo. A partida deste sábado foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.
Com a conquista são-paulina, o Corinthians teve interrompida a sequência de seis títulos. O Timão soma sete troféus na história do torneio, enquanto Santos e Ferroviária têm uma conquista cada, marca agora igualada pelo São Paulo.
O São Paulo conquistou neste sábado (3) o Campeonato Brasileiro Feminino A1 pela primeira vez. O Tricolor empatou por 1 a 1 com o Corinthians, no Morumbis, e confirmou o título graças à vitória por 2 a 1 no jogo de ida da final. A decisão foi acompanhada por 49.405 pessoas, recorde de público em partidas entre clubes na América do Sul.
O resultado encerrou a sequência de domínio do Corinthians, campeão das seis edições anteriores, vencedor de sete das últimas oito e finalista pela décima vez consecutiva da competição. A conquista também manteve a taça do Brasileiro Feminino com um clube paulista pelo décimo campeonato seguido.
O São Paulo abriu o placar aos 10 minutos do primeiro tempo. Bia Menezes recebeu pela esquerda e, em vez de cruzar, finalizou mesmo sem muito ângulo. A bola surpreendeu a goleira Nicole e colocou as Soberanas em vantagem.
Aos 18 minutos, o Corinthians chegou ao empate após um erro na saída de bola. A goleira Carlinha tentou afastar um lançamento longo, mas entregou a bola nos pés de Juliete. O desvio foi suficiente para deixar o placar em 1 a 1.
O São Paulo chegou a marcar novamente aos 23 minutos, com Crivelari, de cabeça, mas o gol foi anulado por impedimento. Com o empate, o Corinthians precisava da virada para igualar o resultado agregado e levar a decisão para os pênaltis.
Na segunda etapa, o time alvinegro adiantou as linhas e aumentou a pressão sobre a saída são-paulina. Jaqueline exigiu defesa de Carlinha em finalização de fora da área. Pouco depois, Jhonson recebeu dentro da área, entre as defensoras tricolores, mas chutou para fora.
Aos 20 minutos, o Corinthians teve a principal oportunidade da partida. Após cobrança de falta pela direita, Robinha puxou Érika dentro da área, e o VAR recomendou a revisão do lance. O árbitro marcou pênalti para o Timão.
Gabi Zanotti foi para a cobrança, mas bateu fraco no canto esquerdo. Carlinha defendeu sem dar rebote e evitou que o Corinthians igualasse o placar agregado. Depois do pênalti perdido, as duas equipes ainda buscaram o gol, mas não criaram oportunidades suficientes para alterar o resultado.
Com mais de nove minutos de acréscimo, o empate foi confirmado, e a torcida tricolor celebrou o título inédito no Morumbis. O público superou a marca registrada na final de 2024, quando mais de 44 mil pessoas acompanharam, na Neo Química Arena, o título do Corinthians justamente contra o São Paulo.
Com a conquista, o São Paulo se juntou a Corinthians, Santos e Ferroviária na lista de clubes paulistas campeões do Brasileiro Feminino. O Timão soma sete títulos, enquanto Santos, Ferroviária e São Paulo têm uma conquista cada.
São Paulo e Corinthians decidem neste sábado (3) o Campeonato Brasileiro Feminino da Série A1. O segundo jogo da final será disputado a partir das 16h30 (horário de Brasília), no Morumbis, na capital paulista, com transmissão ao vivo pela TV Brasil.
O São Paulo tem a vantagem após vencer a partida de ida por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, no último sábado (26). Com o resultado, o empate no confronto de volta garante o título ao Tricolor. A conquista será inédita no atual modelo do Brasileirão Feminino, realizado desde 2013.
O clube paulista, porém, já venceu a primeira edição do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em 1997. Naquele período, a competição foi disputada entre 1997 e 2001. O elenco campeão tinha nomes como a zagueira Ju Cabral, a volante Formiga, a meia Sissi e a atacante Kátia Cilene. A atual treinadora do Corinthians, Emily Lima, também fazia parte daquela geração, ainda como jogadora.
Para conquistar o título no tempo normal, o Corinthians precisa vencer por dois ou mais gols de diferença. Caso ganhe por apenas um gol e iguale o placar agregado, a decisão será nos pênaltis. O time alvinegro alcançou uma diferença de pelo menos dois gols em 13 das 22 vitórias obtidas na temporada, sendo quatro delas fora de casa.
Esta é a décima final consecutiva do Corinthians no Brasileirão Feminino e a primeira em que a equipe disputa o jogo de volta como visitante. O clube busca o oitavo título da competição, que seria o sétimo seguido. A última vez em que precisou reverter uma derrota na partida de ida foi em 2017, contra o Santos, mas acabou derrotado novamente no segundo confronto.
O clássico entre São Paulo e Corinthians, conhecido como Majestoso, decide um título pela quarta vez no futebol feminino desde a retomada dos projetos dos clubes. O Corinthians venceu as finais do Campeonato Paulista de 2019 e 2021 e a decisão do Brasileirão de 2024.
O jogo também pode estabelecer um novo recorde de público do futebol feminino entre clubes no Brasil. A marca atual pertence à final de 2024, quando 44.529 torcedores acompanharam Corinthians e São Paulo na Neo Química Arena. Até o início da tarde de sexta-feira (2), o São Paulo informou que mais de 38 mil ingressos haviam sido vendidos. A partida de ida teve 21.828 presentes.
As duas equipes devem manter a base utilizada no primeiro jogo. O São Paulo tem força máxima à disposição. No Corinthians, a zagueira Thaís Regina retorna após cumprir suspensão. A comissão técnica alvinegra também conta com a treinadora Emily Lima para tentar conduzir a equipe à virada na casa do rival.