Os cantores Zé Vaqueiro, Tarcísio do Acordeon e a dupla Kátia e Aduílio estão confirmados na programação do evento “O Último Forró do Ano”, que será realizado no dia 20 de dezembro, em Campina Grande.
A festa acontece em um domingo, a partir das 13h, na Vila Sítio São João, e promete reunir grandes nomes do forró para marcar o encerramento de 2026.
O anúncio das atrações foi divulgado nas redes sociais do evento, que terá apresentações de artistas conhecidos do público nordestino.
Entre os nomes confirmados estão Zé Vaqueiro e Tarcísio do Acordeon, que ganharam projeção nacional com sucessos do forró e do piseiro. A programação também contará com Kátia e Aduílio, conhecidos pelo repertório de forró romântico.
O evento é anunciado como uma das festas de despedida do ano na cidade.
Um estudante ficou preso em flagrante pelo crime de injúria racial após a confusão registrada na manhã desta quinta-feira (8), na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande.
A ocorrência começou após três pessoas entrarem no campus e retirarem cartazes de cunho político que haviam sido afixados por integrantes da comunidade acadêmica. A ação provocou uma discussão entre os envolvidos e estudantes da instituição.
Durante o tumulto, uma estudante teria sido alvo de uma ofensa racial, sendo chamada de “negrinha”. A Polícia Militar foi acionada e identificou um suspeito, que foi encaminhado à Central de Flagrantes.
Segundo o 1º tenente Gustavo, a equipe policial encontrou um grupo de estudantes e três pessoas envolvidas na retirada dos cartazes. Após ouvir os relatos, os policiais decidiram conduzir o suspeito da ofensa racial à delegacia.
“Fomos informados que um dos indivíduos supostamente chamou uma estudante de ‘negrinha’. Identificamos o indivíduo, informamos a ele que ele seria conduzido para a Central de Flagrantes”, relatou o tenente.
Durante a mesma ocorrência, outro estudante foi conduzido por suspeita de injúria real e desacato. De acordo com o policial, o jovem teria cuspido em seu rosto e o chamado de fascista durante a saída da equipe da universidade. O estudante contestou a acusação de ter cuspido no agente.
A vice-reitora da UFCG, Fernanda Leal, também se pronunciou sobre o episódio e criticou a retirada dos cartazes por pessoas que, segundo ela, não pertencem à comunidade acadêmica.
“A nossa universidade é caracterizada pela livre expressão das pessoas que fazem parte dela. Essa livre expressão precisa ser preservada, porque a gente vive numa democracia”, afirmou.
O estudante preso permanece a disposição da justica para os procedimentos cabíveis.
A vice-reitora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Fernanda Leal, se pronunciou nesta quinta-feira (8) sobre a confusão registrada no campus de Campina Grande, no bairro de Bodocongó. Ela criticou a ação de três pessoas de fora da instituição que teriam retirado cartazes políticos afixados por integrantes da comunidade acadêmica.
Segundo Fernanda, os envolvidos não possuem vínculo com a universidade e entraram no campus para retirar cartazes que expressavam posicionamentos de estudantes, professores e servidores técnico-administrativos. O material estava afixado no prédio de Arte e Mídia.
A vice-reitora classificou o episódio como um ataque à universidade e defendeu o direito à livre manifestação de ideias dentro do ambiente acadêmico.
“A nossa universidade é caracterizada pela livre expressão das pessoas que fazem parte dela. Essa livre expressão precisa ser preservada, porque a gente vive numa democracia”, afirmou.
Fernanda destacou que a presença de cartazes com diferentes posicionamentos políticos faz parte da rotina da instituição e que a universidade deve garantir esse espaço de manifestação.
“A gente tem cartazes aqui de todas as bandeiras políticas. Algumas pessoas concordam, outras não concordam, mas elas estão lá”, declarou.
A vice-reitora ressaltou, no entanto, que a liberdade de expressão não permite manifestações que incentivem crimes, violência ou violem direitos. Como exemplo, citou cartazes com símbolos nazistas ou mensagens de incitação à violência.
Durante o pronunciamento, Fernanda também lembrou que manifestações contrárias à própria administração da UFCG são comuns e fazem parte da convivência democrática dentro da instituição.
Ela afirmou que a gestão continuará defendendo o direito de manifestação da comunidade acadêmica e que não aceitará ações semelhantes às registradas nesta quinta-feira.
“Atos como esse a gente não vai tolerar”, declarou.
A confusão começou após três pessoas de fora da universidade tentarem retirar cartazes políticos colocados por estudantes. Durante o tumulto, houve uma denúncia de injúria racial contra uma estudante.
A Polícia Militar se pronunciou nesta quinta-feira (8) sobre a confusão registrada na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó. Segundo a corporação, duas pessoas foram conduzidas à Central de Flagrantes, uma suspeita de injúria racial e outra por injúria real e desacato.
De acordo com o 1º tenente Gustavo, a PM foi acionada após um conflito entre estudantes e três pessoas de fora da instituição, que tentavam retirar cartazes políticos afixados nos muros da universidade.
“Ao chegar no local, nós verificamos a presença de três indivíduos externos à instituição e um aglomerado de estudantes”, relatou o policial.
Segundo o tenente, os estudantes tentavam impedir a retirada dos cartazes quando surgiu a denúncia de que uma das pessoas envolvidas teria cometido uma ofensa racial contra uma estudante.
“Fomos informados que um dos indivíduos supostamente chamou uma estudante de ‘negrinha’. Identificamos o indivíduo, informamos a ele que ele seria conduzido para a Central de Flagrantes”, afirmou.
Ainda conforme o militar, durante a saída da equipe policial da universidade, um estudante teria se colocado à frente da escolta e cuspido no rosto do tenente, além de proferir uma ofensa contra ele.
“No momento em que nós estávamos saindo da universidade, um dos indivíduos se posicionou na nossa frente, cuspiu no meu rosto e me chamou de fascista. Prendi o indivíduo em flagrante, utilizei algemas”, declarou Gustavo.
A Polícia Militar informou que o estudante precisou ser contido durante a abordagem devido ao estado de exaltação em que se encontrava.
“Diante dos fatos, nós conduzimos o acusado de injúria racial e o segundo indivíduo, acusado de injúria real e desacato, para a Central de Flagrantes”, concluiu o tenente.
A Rua Fernandes Vieira, na Zona Leste de Campina Grande, passará a funcionar em sentido único a partir da próxima terça-feira (13). A mudança será implantada pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) no trecho entre a rotatória do Alphaville e a Rua Mário David Andreazza, nas proximidades da Escola Estadual Nenzinha Cunha Lima.
Com a alteração, os veículos poderão circular apenas no sentido bairro–Centro nesse trecho da Rua Fernandes Vieira. Já os motoristas que seguem em direção ao Mirante deverão utilizar a Rua Djalma Miguel de Morais como rota de retorno, via que atualmente já funciona em sentido único.

Segundo a STTP, a mudança tem como objetivo melhorar a fluidez do trânsito e aumentar a segurança de motoristas e pedestres, especialmente na região dos bairros Mirante e José Pinheiro.
As equipes de sinalização já estão realizando a reorganização das placas e pinturas na via para adequar o trecho à nova circulação. Durante os primeiros dias de funcionamento, agentes de trânsito estarão no local para orientar os condutores.
De acordo com o superintendente da STTP, Neto Medeiros, a alteração foi definida após diálogo com moradores da região. A implantação está prevista para ocorrer após o feriado prolongado.
A STTP orienta os motoristas a redobrarem a atenção durante o período de adaptação, respeitando a sinalização e os novos sentidos de circulação.
Campina Grande completa 162 anos de emancipação política neste domingo (11) e terá uma programação musical gratuita para celebrar a data. A festa acontece na segunda-feira (12), a partir das 19h, no Espaço Cultural Shaolin, localizado no Centro de Convenções Antônio Vital do Rêgo, no bairro de Nova Brasília.
A programação reúne o cantor Geraldo Azevedo, a Camerata Parahyba e dez cantoras campinenses, além de músicos do Programa de Inclusão Social Através da Música e das Artes (Prima).
As apresentações começam às 19h, com o concerto especial “Prima – Elas cantam Campina”, sob regência do maestro Rainere Travassos. O espetáculo contará com a participação das cantoras Kátia Virgínia, Elóide Lima, Calliandra Andrade, Daniela Trovão, Adília Uchôa, Eloisa Olinto, Mayana Neiva, Kaline Bertino, Savana Aires e Gitana Pimentel.
O repertório terá músicas que homenageiam Campina Grande e a cultura paraibana, como “Hino de Campina Grande”, “Paraíba Meu Amor”, “Aquarela Nordestina”, “Tropeiros da Borborema”, “Bodocongó” e “Saudade de Campina Grande”. O concerto será encerrado com uma apresentação conjunta das dez cantoras interpretando “Paraíba Joia Rara”.
A apresentação também reunirá professores, alunos e ex-alunos do Prima, além de músicos convidados. Os arranjos foram preparados por Igo Wendel, Marcos Farias e Jorge Ribas.
Às 20h30, Geraldo Azevedo sobe ao palco acompanhado da Camerata Parahyba para encerrar a programação musical.
O evento é realizado pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. A entrada será gratuita, com ingressos disponibilizados pela plataforma Sympla.
Três pessoas foram detidas pela Polícia Militar na manhã desta quinta-feira (8), após uma confusão envolvendo cartazes políticos no campus da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó. Durante o tumulto, também houve uma denúncia de injúria racial contra uma estudante idosa.
Segundo informações apuradas pelo Blog, a discussão começou depois que homens retiraram cartazes políticos que haviam sido colocados por estudantes nas dependências da universidade. O grupo se organizava para uma manifestação prevista para a tarde desta quinta-feira.
O professor da UFCG João Lima Neto, que presenciou a situação, relatou que os homens teriam se apresentado como fiscais eleitorais e da própria universidade. Segundo ele, um dos envolvidos afirmou que já havia retirado um cartaz e que repetiria a ação. Quando o professor tentou impedir a retirada, houve empurrões.
Durante a confusão, uma estudante idosa teria sido vítima de injúria racial por parte de um dos homens, conforme relatos de testemunhas. Pessoas que acompanharam o episódio foram orientadas a registrar um boletim de ocorrência sobre a denúncia.
A Polícia Militar foi acionada para controlar a situação. Dois dos homens envolvidos deixaram o campus em uma motocicleta, enquanto um terceiro foi conduzido à Central de Polícia sob escolta, diante do receio de que fosse agredido por estudantes.
Um estudante também foi levado pela PM após um policial afirmar que o jovem teria cuspido em seu rosto durante a abordagem. Em uma das gravações, o estudante contesta a acusação e afirma que cuspiu no chão, e não na direção do agente.
De acordo com o professor João Lima Neto, representantes da universidade, um advogado e integrantes de um setor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que atua em casos relacionados ao racismo acompanharam os envolvidos até a delegacia.
A UFCG informou que possui regras específicas para a comunicação institucional durante o período eleitoral. A instituição também marcou uma coletiva de imprensa para as 16h desta quinta-feira (8), quando deverá prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.
A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) vai intensificar as ações de vacinação em todo o estado com estratégias para ampliar a cobertura vacinal e atualizar os esquemas de imunização da população. Uma das principais iniciativas será o Dia D de Multivacinação, marcado para o dia 17 de outubro, com foco na prevenção do sarampo e da meningite.
A mobilização tem como objetivo facilitar o acesso da população às vacinas, completar esquemas vacinais incompletos e fortalecer a proteção contra doenças imunopreveníveis.
A preocupação com o sarampo está relacionada ao cenário epidemiológico registrado em alguns países das Américas e à ocorrência de casos importados no Brasil. De acordo com a SES-PB, foram registrados casos importados nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro e São Paulo.
A Paraíba não registra casos confirmados de sarampo desde 2019, mas a Secretaria de Estado da Saúde mantém ações de vigilância e vacinação para evitar a introdução e a circulação do vírus.
Segundo a chefe do Núcleo de Imunização da SES-PB, Márcia Mayara, a manutenção de altas coberturas vacinais é fundamental diante da circulação do vírus.
“É necessário manter uma vigilância ativa e, principalmente, garantir que a população esteja adequadamente vacinada. O sarampo possui elevada capacidade de transmissão e, diante da circulação do vírus em outros países e da ocorrência de casos importados no Brasil, manter altas coberturas vacinais é fundamental para evitar a introdução e a transmissão sustentada da doença”, afirmou.
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, integra o Calendário Nacional de Vacinação e é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças a partir de 1 ano, adolescentes e adultos de até 59 anos que não tenham sido vacinados.
A campanha também terá como foco a prevenção das meningites, em um período marcado pelo Dia Mundial de Combate à doença.
A SES-PB reforça que a vacinação é uma das principais estratégias de prevenção contra as meningites bacterianas. Entre os imunizantes disponíveis gratuitamente pelo SUS estão as vacinas meningocócica C e meningocócica ACWY, conforme as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação.
A meningocócica C integra o calendário de vacinação infantil, enquanto a meningocócica ACWY é indicada para crianças e adolescentes de acordo com as recomendações do calendário nacional.
Também está disponível no SUS a vacina pneumocócica 20-valente (VPC20), que protege contra doenças provocadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, incluindo formas invasivas, como a meningite pneumocócica.
Outro imunizante importante é a vacina pentavalente, que possui o componente contra Haemophilus influenzae tipo b (Hib), bactéria que pode provocar doenças graves, incluindo meningite, especialmente em crianças.
A BCG também exerce papel importante na prevenção das formas graves da tuberculose, incluindo a meningite tuberculosa.
Os dados apresentados pela Secretaria de Estado da Saúde mostram os seguintes índices de cobertura vacinal na Paraíba:
| Vacina | Cobertura |
|---|---|
| BCG | 95,39% |
| Febre Amarela | 73,30% |
| Hepatite A Infantil | 79,69% |
| Hepatite B até 30 dias | 99,38% |
| Meningocócica Conjugada | 86,96% |
| Pentavalente (DTP/HepB/Hib) | 85,08% |
| Pneumocócica Conjugada | 89,68% |
| Poliomielite | 86,07% |
| Rotavírus | 87,50% |
| Tríplice Viral – 1ª dose | 94,83% |
| Tríplice Viral – 2ª dose | 77,96% |
Segundo a SES-PB, a meta de cobertura para BCG e rotavírus é de 90%, enquanto para as demais vacinas relacionadas na avaliação a meta é de 95%.
Os números reforçam a importância das ações de mobilização para ampliar a cobertura vacinal e atualizar os esquemas de vacinação da população.
O Dia D de Multivacinação será realizado no dia 17 de outubro, com foco na atualização dos esquemas vacinais e na proteção contra o sarampo e a meningite.
A iniciativa faz parte das estratégias da Secretaria de Estado da Saúde para ampliar a vacinação e fortalecer a prevenção de doenças imunopreveníveis na Paraíba.
Uma confusão foi registrada na manhã desta quinta-feira (8), no campus principal da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande. O episódio ocorreu em meio ao clima político que antecede o segundo turno das eleições.
Segundo testemunhas, a discussão teria começado após a presença de cartazes em apoio ao presidente Lula afixados nas paredes da universidade. Três pessoas que apoiavam o candidato Flávio Bolsonaro teriam chegado ao local, começado a gravar a situação e iniciado um bate-boca. Ainda não há confirmação sobre se essas pessoas são estudantes da instituição.
Durante a discussão, uma funcionária terceirizada da UFCG teria sido alvo de uma ofensa racista, sendo chamada de “neguinha”.
A Polícia Militar foi acionada para conter a situação. Pelo menos uma pessoa foi algemada e detida durante a ocorrência.
Em um dos vídeos que registraram a confusão, um policial afirma que um estudante teria cuspido em seu rosto durante a abordagem. As imagens mostram parte da discussão e da ação policial.
O 2º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento na região, foi procurado para esclarecer a ocorrência, mas, até a publicação desta matéria, não havia se manifestado oficialmente sobre o caso.
A dupla foi localizada em um terreno baldio próximo a um viaduto, após informações repassadas por populares ajudarem os agentes a identificar os suspeitos.
Segundo a Guarda Municipal, a equipe foi acionada pela direção da Policlínica pelo número 153. A informação era de que duas pessoas haviam subido no telhado da unidade e retirado parte da fiação.
Quando os agentes chegaram ao local, os suspeitos já haviam deixado o prédio. Uma testemunha repassou características da dupla e, com o apoio de outra guarnição, a Guarda iniciou buscas pela região.
Os dois foram encontrados por volta das 11h e receberam voz de prisão. Em seguida, foram encaminhados à Central de Polícia de Campina Grande.
O furto atingiu parte da fiação elétrica e dos cabos de internet da Policlínica Francisco Pinto. Por causa dos danos, a unidade teve o horário de atendimento temporariamente alterado enquanto são realizados os reparos.